Eletromiografia de Fibra Única (Jitter)
A eletromiografia de fibra única, também chamada de jitter, é um exame usado para investigar problemas na transmissão entre nervos e músculos. A principal doença em que ele é indicado é a miastenia gravis.
É considerado o exame mais sensível para esse diagnóstico, com chance de detectar alterações em 85% a 98% dos casos. Isso significa que muitas vezes ele mostra resultados antes mesmo dos exames de sangue ou da eletroneuromiografia comum.
O dr. Nicolas Cavalcante tem experiência e capacitação para realizar eletroneuromiografia de fibra única, tanto por sua formação no Hospital das Clínicas da USP, como por cursos práticos realizados fora do Brasil. Ele realiza este exame de forma constante e com protocolos de boa sensibilidade e especificidade (2 músculos por exame).
O que o exame mede?
O jitter avalia a variação do tempo que os sinais elétricos levam para passar do nervo para o músculo.
Quando essa variação está aumentada, pode indicar que existe dificuldade nessa transmissão, como acontece na miastenia.
Como o exame é realizado?
É feito com uma agulha muito fina, colocada geralmente em músculos da face.
Em quem já aplicou botox, os resultados podem sair alterados. Nesses casos, é preciso fazer o exame em músculos dos braços. Por isso, informar esse detalhe ao médico é fundamental.
O que torna o jitter especial?
Poucos médicos no Brasil realizam esse exame, porque ele exige treinamento e muita precisão técnica.
Além disso, os resultados só têm valor quando avaliados junto com a história do paciente e outros exames neurológicos.